terça-feira, 31 de janeiro de 2012

FRASES DO DIA 29/01/12 AQUI TODO MUNDO TEM CARA!

Órfãos do muro

“A nova classe média não pode ser deixada à mercê da ideologia disseminada pelos meios de comunicação no país”.

Gilberto Carvalho, no Fórum Mundial Temático, nome oficial do sarau promovido em Porto Alegre pela confraria dos órfãos do Muro de Berlim, explicando que os brasileiros que só agora começam a interessar-se por informações devem ficar longe de jornais, revistas, emissoras de rádio e TV que contam verdades sobre assuntos cabelucos como, por exemplo, a roubalheira no ministério ou o assassinato do prefeito Celso Daniel.

Oposicionista governista


“Não vou fazer nenhum comentário, até porque não ouvi isso da presidenta.”


Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, sobre a discurseira de Dilma Rousseff que qualificou de “barbárie” a ação da PM paulista em Pinheirinho, deixando claro que, em homenagem ao que chama de “presidenta”, duvida de tudo o que é publicado pela mídia golpista.

Piada no sobrenome

“Não é uma situação que me pareça emergencial em Cuba. Existem outras situações muito preocupantes, inclusive a situação de Guantánamo”.

Antonio Patriota, uma boa rima para a praga que assola o país e prova definitiva de que um sobrenome pode ser apenas uma piada, ao lhe perguntarem se o governo brasileiro vai pressionar os Irmãos Castro para deixarem de tratar a pontapés os direitos humanos, explicando que o chanceler da potência emergente só vai pensar na democracia cubana depois de acabar com os abusos da ditadura estadunidense.

Coisa de cinema


“Tem partido na base do governo que me faz lembrar o filme ‘Dormindo com o Inimigo’”


Delcídio Amaral, senador do PT de Mato Grosso do Sul, no Twitter, sobre a aliança que faz meio mundo pensar no filme “Sindicato de Ladrões”.

Professor de bandidagem


“Está na hora da Dilma parar de tratar os aliados como bandidos e ter uma postura diferente com o PT.”


Paulo Pereira da Silva, vulgo Paulinho da Força, ensinando a Dilma Rousseff que, no Brasil fora-da-lei, todos os bandidos são iguais perante o gabinete presidencial.

Olho neles


“Isso é para a gente ver os ministros que estão viajando.”


Dilma Rousseff, durante a primeira reunião ministerial do ano, sobre a instalação de câmeras nos aeroportos brasileiros, insinuando que, se o sistema não funcionar adequadamente, terá de recorrer a tornozeleiras eletrônicas para monitorar a turma que escolheu.

Leiloeiro esforçado

“A senhora sabe o quanto todos nós torcemos e trabalhamos pelo seu sucesso. O sucesso do nosso governo é o sucesso do Brasil. Creia: eu expresso o sentimentos dos 11 milhões de brasileiros que moram na cidade de São Paulo.”

Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo e presidente do PSD, para a presidente Dilma Rousseff, nomeando-se porta-voz de milhões de eleitores (que rezam para que seu mandato acabe logo) para tentar aumentar o preço do aluguel do partido que não é de direita, nem de centro e nem de esquerda, mas de quem fizer a melhor oferta.

Companheiros de luta

“O fato é que a proposta de apoio à candidatura de Fernando Haddad, apresentada pelo atual prefeito, provocou um terremoto no partido na cidade. Primeiro, porque vem com o aval e o apoio entusiasta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo, porque apoio não se recusa.”

José Dirceu, sobre uma possível aliança entre o PT e o PSD na disputa da prefeitura de São Paulo, ao ensinar que o noivado com Gilberto Kassab merece dos companheiros o mesmo entusiasmo demonstrado no casamento com Fernando Collor, José Sarney, Renan Calheiros e outros prontuários, preparando a turma para fechar negócio com Fernandinho Beira-Mar, Nem e Marcola.

“Veja, presidente, que desde a fundação da cidade as enchentes causam problema…”

Guilherme Afif, vice-governador de São Paulo e um dos fundadores do PSD, ao presentear Dilma Rousseff com uma coletânea de cartas de José de Anchieta que incluem a narrativa dos estragos causados a São Paulo pela estação das chuvas de 1554, insinuando que Gilberto Kassab só não resolve o problema das enchentes para preservar uma tradição inaugurada há quase 500 anos.

Coisa de profissional

“Enrolei e guardei. Se eu ponho no pescoço, iriam falar: ‘Esse cara não disputou a final e não é dirigente do Corinthians nem do Fluminense’.”

José Maria Marin, ex-governador e vice-presidente da CBF, flagrado ao colocar no bolso uma das medalhas de ouro destinadas aos campeões da Copa São Paulo, ensinando aos larápios amadores como agem os profissionais.



Aula de sabujice (2)

“Conselho que eu dou, Raupp: não insista, porque a vivência administrativa e de governança e de gestão, você não vai convencê-la e vai perder tempo tentando. Volte para casa, junte a equipe, trabalhe intensamente e volte a apresentá o projeto”.

Aloízio Mercadante, ministro da Educação, explicando em dilmês vulgar a seu sucessor no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, que depois de ouvir o primeiro pito de Dilma Rousseff deve enxurgar as lágrimas, reunir a equipe, mudar o projeto e voltar para ouvir o segundo pito.

Aula de sabujice

“Toda vez que cê levá um projeto, um programa, a primeira fase vai sê de espancamento do projeto. O projeto vai ser disconstituído em todas as suas dimensões e, se não tiver muito bem consistente, você vai ouvir a seguinte expressão: Ele não fica de pé.

Aloizio Mercadante, ministro da Educação, explicando em dilmês rústico a seu sucessor no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp,  que os pitos de Dilma Rousseff nos marmanjos do primeiro escalão devem ser ouvidos de joelhos.

Ao gosto do freguês

“O PSD é um partido de centro, e tem convergência em alguns aspectos com o PT sim, tanto é que temos diversas alianças em diversos municípios brasileiros.”

 Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, explicando que o partido que não é de esquerda, nem de direita e nem de centro tem semelhanças com qualquer parceiro que fizer uma boa oferta.


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